terça-feira, 3 de maio de 2011
Mó paia
Essas paixonites que acometem as pessoas de vez em quando.
Bem que os relacionamentos homem e mulher, homem e homem ou mulher com mulher, dependendo da preferência de cada um em termos sexuais. Poderiam se resumir a sexo, único e exclusivamente, é tão mais fácil, simples e prazeroso. Sem cobrança, sem nóias. Pena que não é assim. As pessoas sempre gostam de complicar, as facilidades que a natureza nos oferece. Inventando as formas padrões de amar, de viver a sexualidade, de estabelecer as relações afetivas.
E o pior os padronizam para viverem quase em constante momentos de excessão. Inventá-se a fidelidade para poder expor aos amigos as infidelidades, cria-se o casamento para poder termos o divórcio ou como alguns dizem o túmulo, a posição papai-mamãe é a padrão mas todos querem um 69...Nada contra quem acredita e vive de acordo com esses preceitos mas me parecem complicações criadas, pois ninguém que eu conheço vive segundo eles.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Pese comigo
Devemos nos contentar em as coisas hoje estarem melhores que antes ou devemos buscar que o amanhã seja melhor que hoje.
Na vida estamos sempre buscando nos aperfeiçoar nos tornamos mais qualificados para o mercado de trabalho, melhorarmos nosso padrão de vida, aumentar a nossa capacidade financeira de aquisição de bens, nos tornarmos mais bonitos dentro dos padrões de estética em vigor. Vivemos numa constante busca a qual muitas vezes nem nos damos conta.
Mas essas buscas são pontuais, individuais pensamos na maioria das vezes somente em nós, somente no nosso. E as conquistas coletivas, as vitórias em conjuntos, os ganhos em comunidade que possibilitam o prazer de uma vitória compartilhada? Não resta mais espaço para eles? Há quem acredite que isso são coisas que nunca existiram. Há ainda quem creia que isso é pura perda de tempo, sinônimo de baderna, falta do que fazer.
A realidade e que criamos um mundo paralelo, composto somente por nossas conquistas, nossos bens, nossos amigos e familiares e nos esquecemos que estamos dentro de uma cadeia natural e social bem mais ampla. Pois assim como na natureza nas sociedades existem ciclos e as atitudes de uns se refletem sobre os demais. O descaso para com o nosso semelhante e o meio ambiente no qual vivemos é na realidade um descaso para com a VIDA. A natureza já esta nos dando seu alerta, sinalizando que basta. Reafirmando-nos a Lei do Retorno ou a máxima da física de que para toda ação a uma reação diretamente proporcional e em sentido inverso. A sociedade também não fica atrás, pois não será criminalidade, a violência, o descaso dos poderes públicos para com a dignidade humana, o ceticismo frente ao futuro uma das conseqüências de nossa luta solitária que não almeja mais que resultados passageiros, momentâneos e individuais?
As vezes me pergunto porque no país do futebol onde o senso de equipe move as torcidas, enche os estádios, faz os times de futebol estarem sempre se reciclando, buscando o melhor jogador, o melhor técnico, a vitória e em atitudes equivocadas recorrem até a violência para defender a honra do seu clube. Não consegue essa mobilização para reinvidicar a qualidade da saúde pública, a educação gratuita para todos em nível básico, técnico e superior, a conquista da dignidade em todas as faixas etárias independente do gênero, credo, cor e condição sexual.
Será que estamos todos satisfeitos com o mundo no qual vivemos? Será que nada mais precisa ser feito para melhorá-lo? Vivemos num presente perfeito ou somos auto-suficente que nossas pequenas batalhas nos bastam. Porque será que em alguns âmbitos como o profissional e fácil perceber que precisam mudanças e ir a luta para alcançá-las e em outros como as questões coletivas ficamos mergulhados na inércia achando que nada podemos fazer, esperando a ação de terceiros. Rezando ou Orando para Deus, esperando o político honesto que irá nos livra a que irara Deus, esperando o polra alcançs eto, buscando o melhor jogador, o melhor tmiliares e nos esquecemos que lutar por nós. Será que nos mesmo em comunidade não temos força para essa luta? Não diz a bíblia que a fé sem ação é uma fé morta? Nosso amanhã será melhor que o hoje?
Não sei, só sei que ontem eu chorei com minha família um choro individual por um drama que e coletivo. A saúde ou a falta de saúde pública.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Abra a mala
Uma vez que muitos não tem coragem de abri-lá,pois tenham medo do que irão encontrar,talvez tralharias que para alguns já estejam fora de moda e que portanto se utilizar delas seria uma vergonha. Outros vão sempre adiando esse momento, passam anos fazendo planos para o que fazer com o material que tá dentro dela sem nunca os tocá-lo.Para esse a existencia dessa mala já significa em si mesma o seu fim Existem aqueles que pretendem ser muambeiro das bungigangas e esperam o melhor momento para coloca-las no mercado, no entanto nunca chegam a uma conclusão sobre o melhor momento para tal, e as vezes quando o chegam acreditam ser tarde demais. Outros antiquarios se prendem ao seu conteúdo sem dá-los a menor utilidade, sua mala e simples objeto de admiração, devoção, sem finalidade utilitária. Há até aqueles que por preguiça, com receio de que a bangunça demore muito a ser organizada nem se dá ao trabalho de vir a conhecer ou reconhecer seu conteúdo.
E a mala fica lá guardadinha, envelhecendo, mofando, sendo chutada, relegada aos cantos da casa onde não prejudique o visual que se quer passar ao visitante. As bugingangas das quais ela esta repleta ficam esquecida, vai- se perdendo a cada dia a forma de manipula-las, suas combinações vão ficando esquecidas. Talvez para sempre. Ou tão simplesmente até o momento da incontrolável necessidade de ser feliz, de ser amando... No entanto muitas vezes o dono da mala já se encontra tão desfamiliarizadao com seus objetos, com a forma de administrá-lo que ou a esquece de vez e se priva de abri-lá ou então se dispoem a aprender.
Portanto coragem abrá sua mala, que ela talves abrá as portas do mundo pra você.
